Por Thaís Medeiros (opinião)
Desde sua criação a internet vem causando grandes mudanças no que diz respeito à sociedade em geral. Fazendo uma combinação entre praticidade, entretenimento, informação, e recursos multimídia, ela chegou e rapidamente conquistou o seu espaço. Mais convergências de mídias a parte, não podemos deixar de perceber a transformação causada nos indivíduos devido a este meio tão eficaz.
A internet surge como uma espécie de venda de sonhos, ou seja, nela os usuários podem ser o que desejarem, na hora em que quiserem, e da forma em que se pretende ser, o que podemos chamar de autopromoção, que nada mais é do que você se mostrar da forma que realmente quer ser visto. Outra ilusão vendida por este meio é a possibilidade de comunicação à distância, pois como diz a pesquisadora brasileira Lúcia Santaella, “nesse espaço de virtualidade, feito de bytes e luzes, a geografia física não importa, pois qualquer lugar do mundo fica a distância de um clique”. Em outras palavras podemos dizer que a internet mudou a comunicação entre os homens. Hoje você tem uma maior possibilidade de encontrar, dialogar e interagir com pessoas, que não precisam mais estar fisicamente presentes, já que este meio lhe proporciona a aproximação. Mais estaria a internet aproximando realmente os indivíduos? Como fica a comunicação física em meio a tantos recursos? Estaria a comunicação virtual anulando a física?
Seduzidos por tantas possibilidades proporcionadas pelo meio, as pessoas tem se isolado cada vez mais numa espécie de “cápsula virtual”, e esta tem se tornado o seu mundo particular, onde você vive uma vida bem próxima do que chamamos de real. Com isso banalizamos de forma quase que total a comunicação com seres presentes, o seu vizinho, por exemplo, passa a estar mais distante de você do que aquele seu amigo que mora do outro lado do mundo. Porém isso não significa o fim das relações físicas, pois por mais encantador que seja esse universo virtual, chegará sim a hora em que o indivíduo sentirá a falta, não só da pessoa física, como também do espaço concreto. Ele sentirá a falta do que é ser humano, isto é, de viver, de verdade, grandes experiências.
O que também não quer dizer a anulação total dos meios virtuais, uma vez que viver sem eles hoje, é sinônimo de exclusão social. Prova disso são as comunidades virtuais que tem se infiltrado de maneira feroz em nosso cotidiano. Mais ainda assim surgem dúvidas quanto a esses espaços comunitários via internet, uma dessas dúvidas é se toda essa proliferação seria realmente benéfica para os seus integrantes? O que em minha opinião irá depender da forma em que o usuário irá utilizar este recurso, uma vez que a internet só lhe fornece as ferramentas. E como tudo que é bom tem seu lado ruim, essas ferramentas podem ser usadas também para o mal. O que levantaria outra questão sobre a credibilidade no que diz respeito aos conteúdos divulgados, pois nem tudo que está na rede presta.
Além disso, o sujeito ganha uma maior liberdade de expressão, uma vez que a grande filosofia desse meio é “aparecer”. Sendo assim ele deixa de lado a velha condição de receptor para então agir de forma mais ativa e eficaz nos processos de criação e divulgação de conteúdos. Uma superprodução audiovisual, por exemplo, passa a competir com um simples vídeo caseiro produzido sem recursos por Joãozinho, que agora terá a oportunidade de ser conhecido pelos internautas.
Neste caso a veiculação de conteúdo via internet, contribui na divulgação, mas deixa a desejar no quesito credibilidade, uma vez que eu posso passar por quem eu quiser para divulgar certa informação. Por outro lado a veracidade dos sites também vai depender do tipo de página que estou acessando, pois embora muitos não acreditem, existem sim muitas empresas confiáveis que disponibilizam informações neste meio.
Em suma a internet estabelece uma nova forma de comunicação interpessoal, que estabelece uma série de variáveis, tais como cultura, local de navegação, internautas, entre outros. A sua utilização para o bem ou para o mal dependerá de quem a está usando.
Saiba Mais:
Os Valores Éticos nas Relações Interpessoais no Ciberespaço
Relações sociais se apropriam amplamente da internet
Enquete:
A comunicação via internet é mais eficaz do que a comunicação física?
( ) Sim, pois ela possibilita a interação entre pessoas sem que elas estejam necessariamente no mesmo lugar.
( ) Em partes, pois o sujeito depende dos dois tipos de comunicação.
( ) Não, pois para que a comunicação seja realmente eficaz é necessário que os indivíduos estejam presentes no mesmo espaço físico.
Fórum:
De que forma a internet contribui para o enriquecimento cultural e intelectual do homem?
Participe aqui.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Jornalismo interativo (hora campus AV II)

Por: Amauri Almeida Santos
A internet vem mudando a forma de fazer jornalismo, tornando-o cada vez mais interativo, e os outros meios de comunicação estão indo pelo mesmo caminho para não perderem espaço. Os consumidores exigem cada vez mais opções. A era do tamanho único está chegando ao fim, surgindo em seu lugar o mercado de variedades
“Antes o consumidor de mídia, na percepção do que consumia, sempre aguardava o conteúdo chegar até ele, a exemplo do jornal e da TV aberta. O que acontece agora é que ele vai até o conteúdo que quer, na hora que quer, fatiando e consumindo o conteúdo da maneira que bem entende, o consumidor virou gerador de conteúdo”. (Marcelo Tas)
Os internautas não só consomem notícia, como também produzem, dão opinião, sugerem pauta e fazem vídeos. Os próprios sites permitem isto, e até incentivam, como é o caso do espaço Eu repórter do site O Globo onde o usuário tem um espaço para mostrar suas matérias.
Efeitos da Internet nas relações interpessoais
Por Beatriz Leite (opinião)
Vivemos na era do "Choque Tecnológico". Há uma necessidade cívica de abordar o inevitável poder do virtual nas nossas vidas: Efeitos e conseqüências nos laços sociais; riscos do uso excessivo dos chats e sites de relacionamento em geral e os benefícios de ferramentas como Internet Wireless e dos telemóveis; apresentar uma discussão sobre a ética na rede; perigo e segurança demonstrados nas Cyberpatologias, a fim de tornar mais concreto o passo metaevolutivo atual. Os meios de comunicação de massa são amplificadores de comparação, contribuindo para a individualização dos julgamentos. A mídia favorece a autonomia, estimula e legitima o hedonismo, mas também contribui para o regime da fobia. Se a TV já incentiva/adverte para o pânico, agora com a difusão de novas mídias, isso tende a piorar. Através do celular é possível obter notícias, receber e-mails e mensagens sobre fatos que estão acontecendo quase em tempo real. A função de administração social transcende um pouco, transformando numa dependência o uso dessas mídias.
De forma alguma podemos pensar que a evolução tecnológica e por conseqüência disso, o desenvolvimento de meios de comunicação interpessoais ajudam a desfazer laços sociais e distanciar ainda mais pessoas próximas. O efeito dessas novas tecnologias, a própria Internet, sob uma óptica individual, potencializou sobremaneira a expansão e criação de novas comunidades, vencendo barreiras como distância, língua, etc. Assuntos motivados pela TV são difundidos em sites de entretenimento, em comunidades, o que estimula a interação das pessoas, ou seja, fortalece os laços sociais. A exemplo disso está a utilização cada vez maior de sites como Orkut, Youtube, MSN, etc. Mensagens SMS tem sido cada vez mais utilizadas. Motivos como: Estar em reunião, não querer ou não poder prolongar uma conversa, a questão da rapidez e objetivo das SMS, o preço ser mais barato que o impulso de uma ligação, tudo isso influencia numa procura maior por esses recursos. Sob uma óptica do comunicador e gestor de comunidades, a Internet maximizou a possibilidade de conhecimento de comportamento e valores dos membros destas comunidades e, com isso, a possibilidade do alcance (permitido) dirigido e individual desses membros, o que, por definição, facilita qualquer processo de comunicação, troca, venda, influência, etc.
Presumindo que comunidades são grupos de pessoas que se unem espontaneamente em torno de assuntos, interesses, vontades, comportamento e atitudes comuns em relação a algum tema, ainda sim é difícil saber algo concreto sobre as comunidades virtuais. Pouco se consegue dimensionar. A presença de pontos em comum entre pessoas não as fazem serem parecidas. Comunidades não são construídas. Elas se autoconstroem, apesar de poderem ser potencializadas, incentivadas. Sites, fóruns, grupos de e-mail ou de opinião são dirigidos a determinados públicos e devem servir de palco para interpretação e desenrolar das relações entre indivíduos-membros das comunidades. O planejamento desses sites de comunidades deve se basear nos quatro fatores primordiais de interação, de acordo com estudos clássicos da sociologia: interesse, relacionamento,fantasia e transação. Em contrapartida, como as comunidades evoluem de maneira autogerenciada, seu futuro é, de certa maneira, caótico. Elas podem ser temporárias, e devem ser tratadas no nível sugestional (nível de entendimento da experiência dos usuários). Só quando se entende a experiência, pode-se modelá-la. Considerando que o número de membros de uma comunidade pode ser grande, mercadologicamente nasce um conceito de mass one-to-one ou mass customization, que é a junção da amplitude da comunicação de massa com a profundidade da comunicação dirigida, de forma interativa. As comunidades virtuais se baseiam na união de indivíduos. Isso cria uma relação de proximidade e confiança, potencializando o poder de seus membros. Outro fato que ajuda a tornar seus membros mais poderosos é o uso consciente das comunidades. O saber coordenar, combinar elementos do novo modelo comercial como foco específico e a capacidade de alinhar conteúdo e estratégias de comunicação. Segundo Hagel III e Armstrong, existem indicadores de potencial econômico de comunidades virtuais. No curto prazo, são eles: tamanho, intensidade, "amplitude fractal" e modelo de comunidade (as concentradas em clientes e as orientadas para trocas comerciais entre empresas). Enfim, o cenário da nova economia é esse: grupos sociais reunidos não mais por fatores herdados como parentesco ou proximidade regional, mas sim por fatores de escolha como desejos, vontade e aceitação. Fatores muito mais intangíveis e difíceis de se gerenciar.
Quem nunca leu um texto qualquer na Internet, no qual o autor que assinava era famoso e era de domínio público saber que o mesmo não era quem tinha escrito? Quem nunca recebeu e-mails com fotos impactantes que não passavam de montagens?
Pelo fato de não existir nenhum mecanismo de filtragem das informações, nenhuma regra absoluta, muitas publicações tornam-se vagas e sem credibilidade. Essas são difundidas de maneira desordenada, sem qualquer compromisso com a verdade e não é porque elas conseguem atingir um número considerável de pessoas que irão se tornar confiáveis. E-mails fraudes são os mais comuns. Deveria entrar nesse tópico a discussão sobre a ética na Internet. Apesar de existirem muitos sites de notícias confiáveis, sites que são reais fontes de pesquisas consistentes, por outro lado aparecem sites de pessoas que só estão preocupadas em mostrar coisas sem valor e modificadas a fim de provocar reações diversas nos internautas.
SAIBA MAIS
Pesquisa sobre os benefícios e possíveis prejuízos da internet nas relações interpessoais
Relacionamentos que começaram no chat e deram certo
ENQUETE
. Na rede wireless, existem mais benefícios do que prejuízos?
( ) Sim, pois os dispositivos de rede wireless transmitem e recebem dados através de radiofrequência, permitindo que os diferentes ambientes de uma casa estejam interligados sem a embolação dos cabos de rede espalhados. A instalação é bem mais simples do que uma rede convencional. Sua busca é justificada pela praticidade e acessibilidade nos meios de comunicação.
( ) Não, pois quanto a segurança, caso exista alguém mal intencionado ao seu redor, certamente seus dados estarão em perigo.É extremamente difícil o controle da rede sem fio. É como se um firewall fosse uma muralha que não tivesse condições de bloquear ataques aéreos (a exemplo do War Driving, um dos ataques mais comuns).
FÓRUM
. Com toda essa tecnologia disponível atualmente, tendo em vista que isso tende a crescer ainda mais, é possível afirmar que, assim como novas mídias estão surgindo, um meio substitui outro mais antigo?
Opine aqui:
Vivemos na era do "Choque Tecnológico". Há uma necessidade cívica de abordar o inevitável poder do virtual nas nossas vidas: Efeitos e conseqüências nos laços sociais; riscos do uso excessivo dos chats e sites de relacionamento em geral e os benefícios de ferramentas como Internet Wireless e dos telemóveis; apresentar uma discussão sobre a ética na rede; perigo e segurança demonstrados nas Cyberpatologias, a fim de tornar mais concreto o passo metaevolutivo atual. Os meios de comunicação de massa são amplificadores de comparação, contribuindo para a individualização dos julgamentos. A mídia favorece a autonomia, estimula e legitima o hedonismo, mas também contribui para o regime da fobia. Se a TV já incentiva/adverte para o pânico, agora com a difusão de novas mídias, isso tende a piorar. Através do celular é possível obter notícias, receber e-mails e mensagens sobre fatos que estão acontecendo quase em tempo real. A função de administração social transcende um pouco, transformando numa dependência o uso dessas mídias.
De forma alguma podemos pensar que a evolução tecnológica e por conseqüência disso, o desenvolvimento de meios de comunicação interpessoais ajudam a desfazer laços sociais e distanciar ainda mais pessoas próximas. O efeito dessas novas tecnologias, a própria Internet, sob uma óptica individual, potencializou sobremaneira a expansão e criação de novas comunidades, vencendo barreiras como distância, língua, etc. Assuntos motivados pela TV são difundidos em sites de entretenimento, em comunidades, o que estimula a interação das pessoas, ou seja, fortalece os laços sociais. A exemplo disso está a utilização cada vez maior de sites como Orkut, Youtube, MSN, etc. Mensagens SMS tem sido cada vez mais utilizadas. Motivos como: Estar em reunião, não querer ou não poder prolongar uma conversa, a questão da rapidez e objetivo das SMS, o preço ser mais barato que o impulso de uma ligação, tudo isso influencia numa procura maior por esses recursos. Sob uma óptica do comunicador e gestor de comunidades, a Internet maximizou a possibilidade de conhecimento de comportamento e valores dos membros destas comunidades e, com isso, a possibilidade do alcance (permitido) dirigido e individual desses membros, o que, por definição, facilita qualquer processo de comunicação, troca, venda, influência, etc.
Presumindo que comunidades são grupos de pessoas que se unem espontaneamente em torno de assuntos, interesses, vontades, comportamento e atitudes comuns em relação a algum tema, ainda sim é difícil saber algo concreto sobre as comunidades virtuais. Pouco se consegue dimensionar. A presença de pontos em comum entre pessoas não as fazem serem parecidas. Comunidades não são construídas. Elas se autoconstroem, apesar de poderem ser potencializadas, incentivadas. Sites, fóruns, grupos de e-mail ou de opinião são dirigidos a determinados públicos e devem servir de palco para interpretação e desenrolar das relações entre indivíduos-membros das comunidades. O planejamento desses sites de comunidades deve se basear nos quatro fatores primordiais de interação, de acordo com estudos clássicos da sociologia: interesse, relacionamento,fantasia e transação. Em contrapartida, como as comunidades evoluem de maneira autogerenciada, seu futuro é, de certa maneira, caótico. Elas podem ser temporárias, e devem ser tratadas no nível sugestional (nível de entendimento da experiência dos usuários). Só quando se entende a experiência, pode-se modelá-la. Considerando que o número de membros de uma comunidade pode ser grande, mercadologicamente nasce um conceito de mass one-to-one ou mass customization, que é a junção da amplitude da comunicação de massa com a profundidade da comunicação dirigida, de forma interativa. As comunidades virtuais se baseiam na união de indivíduos. Isso cria uma relação de proximidade e confiança, potencializando o poder de seus membros. Outro fato que ajuda a tornar seus membros mais poderosos é o uso consciente das comunidades. O saber coordenar, combinar elementos do novo modelo comercial como foco específico e a capacidade de alinhar conteúdo e estratégias de comunicação. Segundo Hagel III e Armstrong, existem indicadores de potencial econômico de comunidades virtuais. No curto prazo, são eles: tamanho, intensidade, "amplitude fractal" e modelo de comunidade (as concentradas em clientes e as orientadas para trocas comerciais entre empresas). Enfim, o cenário da nova economia é esse: grupos sociais reunidos não mais por fatores herdados como parentesco ou proximidade regional, mas sim por fatores de escolha como desejos, vontade e aceitação. Fatores muito mais intangíveis e difíceis de se gerenciar.
Quem nunca leu um texto qualquer na Internet, no qual o autor que assinava era famoso e era de domínio público saber que o mesmo não era quem tinha escrito? Quem nunca recebeu e-mails com fotos impactantes que não passavam de montagens?
Pelo fato de não existir nenhum mecanismo de filtragem das informações, nenhuma regra absoluta, muitas publicações tornam-se vagas e sem credibilidade. Essas são difundidas de maneira desordenada, sem qualquer compromisso com a verdade e não é porque elas conseguem atingir um número considerável de pessoas que irão se tornar confiáveis. E-mails fraudes são os mais comuns. Deveria entrar nesse tópico a discussão sobre a ética na Internet. Apesar de existirem muitos sites de notícias confiáveis, sites que são reais fontes de pesquisas consistentes, por outro lado aparecem sites de pessoas que só estão preocupadas em mostrar coisas sem valor e modificadas a fim de provocar reações diversas nos internautas.
SAIBA MAIS
Pesquisa sobre os benefícios e possíveis prejuízos da internet nas relações interpessoais
Relacionamentos que começaram no chat e deram certo
ENQUETE
. Na rede wireless, existem mais benefícios do que prejuízos?
( ) Sim, pois os dispositivos de rede wireless transmitem e recebem dados através de radiofrequência, permitindo que os diferentes ambientes de uma casa estejam interligados sem a embolação dos cabos de rede espalhados. A instalação é bem mais simples do que uma rede convencional. Sua busca é justificada pela praticidade e acessibilidade nos meios de comunicação.
( ) Não, pois quanto a segurança, caso exista alguém mal intencionado ao seu redor, certamente seus dados estarão em perigo.É extremamente difícil o controle da rede sem fio. É como se um firewall fosse uma muralha que não tivesse condições de bloquear ataques aéreos (a exemplo do War Driving, um dos ataques mais comuns).
FÓRUM
. Com toda essa tecnologia disponível atualmente, tendo em vista que isso tende a crescer ainda mais, é possível afirmar que, assim como novas mídias estão surgindo, um meio substitui outro mais antigo?
Opine aqui:
Notícia e interação caminhando lado a lado
Por Thaís Medeiros
Em meio a tantas mudanças ocorridas em concequência da globalização, surge o a revolução da informação. Hoje as pessoas estão buscando a maior quantidade de informação possível. Mais não basta apenas se informar, para eles é necessária ainda, uma interação com essa informação.
Analisando a internet, veículo que mais tem se destacado nos últimos anos, podemos ressaltar alguns sites de notícias, que fazem essa combinação entre informação e interação para assim podermos exemplificar melhor essa relação.
Na matéria: Coritiba mete cinco gols no Fla, que entra em crise, mas mantém Cuca, do globo.com, podemos verificar um misto de informação e entretenimento. O internauta que acessa esta notícia encontra além do texto descrevendo o fato, fotos, que reforçam o texto e chamam mais a atenção do leitor, alguns vídeos sobre a partida e o campeonato em geral, além de inúmeros hiperlinks que faz a ligação entre o leitor e outras matérias relacionadas àquele tema. E se o internauta quiser mais, ele ainda pode participar da enquete, pontuando a atuação de cada jogador de ambos os times (Coritiba x Flamengo). E não para por aí, ele ainda pode ver o histórico de cada jogador que tenha participado da partida.
Continuando na área do esporte, podemos verificar na matéria: Mal nas finalizações e com um jogador a menos, Vasco empata sem gols com o Guarani, do Extra online, que apesar de não ter tantos recursos de entretenimento quanto o de cima, possui algumas técnicas para prender a atenção de seu público leitor, entre elas podemos citar fotos e hiperlinks, ligando a matéria a outras páginas relacionadas, como, o blog do Vasco, um vídeo com os melhores momentos do jogo (Vasco x Guarani), a classificação da série B, entre outros links.
Com todos esses exemplos podemos atestar que em um futuro bem próximo será cada vez mais forte a possibilidade de interação por parte do receptor, não só nestes sites jornalísticos, como também nas páginas institucionais, e quem sabe até pessoais, uma vez que estamos caminhando rumo a essa evolução.
Em meio a tantas mudanças ocorridas em concequência da globalização, surge o a revolução da informação. Hoje as pessoas estão buscando a maior quantidade de informação possível. Mais não basta apenas se informar, para eles é necessária ainda, uma interação com essa informação.
Analisando a internet, veículo que mais tem se destacado nos últimos anos, podemos ressaltar alguns sites de notícias, que fazem essa combinação entre informação e interação para assim podermos exemplificar melhor essa relação.
Na matéria: Coritiba mete cinco gols no Fla, que entra em crise, mas mantém Cuca, do globo.com, podemos verificar um misto de informação e entretenimento. O internauta que acessa esta notícia encontra além do texto descrevendo o fato, fotos, que reforçam o texto e chamam mais a atenção do leitor, alguns vídeos sobre a partida e o campeonato em geral, além de inúmeros hiperlinks que faz a ligação entre o leitor e outras matérias relacionadas àquele tema. E se o internauta quiser mais, ele ainda pode participar da enquete, pontuando a atuação de cada jogador de ambos os times (Coritiba x Flamengo). E não para por aí, ele ainda pode ver o histórico de cada jogador que tenha participado da partida.
Continuando na área do esporte, podemos verificar na matéria: Mal nas finalizações e com um jogador a menos, Vasco empata sem gols com o Guarani, do Extra online, que apesar de não ter tantos recursos de entretenimento quanto o de cima, possui algumas técnicas para prender a atenção de seu público leitor, entre elas podemos citar fotos e hiperlinks, ligando a matéria a outras páginas relacionadas, como, o blog do Vasco, um vídeo com os melhores momentos do jogo (Vasco x Guarani), a classificação da série B, entre outros links.
Com todos esses exemplos podemos atestar que em um futuro bem próximo será cada vez mais forte a possibilidade de interação por parte do receptor, não só nestes sites jornalísticos, como também nas páginas institucionais, e quem sabe até pessoais, uma vez que estamos caminhando rumo a essa evolução.
O jornalismo na era digital (hora campus AV II)
por: Amauri Almeida Santos
Os sites jornalísticos em sua grande maioria, surgiram como reproduções do conteúdo publicado no papel. Só em uma etapa posterior é que começaram a surgir veículos realmente interativos e personalizados.
O conteúdo on-line é composto de elementos que vão muito além dos que são utilizados nas m
atérias impressas, podendo ser adicionados seqüências de vídeo, áudio e ilustrações animadas. A notícia na internet não é fechada, sendo possível ao internauta enviar e-mail com comentários sobre a matéria, tornando-se assim, parte da cobertura jornalística.
No jornalismo digital, o papel do jornalista não é só o de colocar reportagens na internet, é preciso pensar na enquête, nos vídeos e áudios e reunir o maior número de assuntos possíveis sobre a matéria.
Na maioria das vezes o público on-line é mais ativo do que ode veículos impressos e da TV, optando pela busca de mais informações em vez de aceitar passivamente o que foi apresentado. “Na internet os visitantes controlam praticamente tudo. As histórias não começam e terminam simplesmente. Elas começam onde o usuário quer começar e acabam onde ele termina de ler”. (pollyana Ferrari)
Os sites jornalísticos em sua grande maioria, surgiram como reproduções do conteúdo publicado no papel. Só em uma etapa posterior é que começaram a surgir veículos realmente interativos e personalizados.
O conteúdo on-line é composto de elementos que vão muito além dos que são utilizados nas m
atérias impressas, podendo ser adicionados seqüências de vídeo, áudio e ilustrações animadas. A notícia na internet não é fechada, sendo possível ao internauta enviar e-mail com comentários sobre a matéria, tornando-se assim, parte da cobertura jornalística.No jornalismo digital, o papel do jornalista não é só o de colocar reportagens na internet, é preciso pensar na enquête, nos vídeos e áudios e reunir o maior número de assuntos possíveis sobre a matéria.
Na maioria das vezes o público on-line é mais ativo do que ode veículos impressos e da TV, optando pela busca de mais informações em vez de aceitar passivamente o que foi apresentado. “Na internet os visitantes controlam praticamente tudo. As histórias não começam e terminam simplesmente. Elas começam onde o usuário quer começar e acabam onde ele termina de ler”. (pollyana Ferrari)
domingo, 14 de junho de 2009
Atividade complementar AV2 – Jornalismo na Era digital
Por Michelly Cristina
Vivemos hoje no que podemos chamar de Era digital, no qual milhões de pessoas utilizam a internet como meio de produção e absolvição de conteúdo. A todo o momento surgem novas formas de tecnologia. Isso não quer dizer que essas novas formas substituem as antigas. O que acontece é uma adaptação dos meios antigos aos novos meios de comunicação.
A facilidade que a internet proporciona aos usuários é tanta que meios de comunicação consagrados anteriormente, como é o caso da televisão, tem perdido espaço no cotidiano das pessoas. Por isso a importância da convergência das mídias, que faz com que televisão, rádio e impresso estejam em um único lugar: na internet.
E não é diferente com o jornalismo. Hoje, as mais importantes empresas jornalísticas do mundo possuem Web sites com versões digitais de seus principais produtos editoriais.
O jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias.
Outro recurso bastante utilizado no chamado jornalismo online são os blogs. Que atuam hoje como forma de extensão da matéria produzida por jornalistas consagrados ou não. Em seus diários virtuais, comunicólogos fazem criticas, elogios e expõe suas opiniões a respeito de fatos ocorridos no mundo. A vantagem desse recurso é liberdade que os veículos de comunicação não dão a eles.
Desde o surgimento da internet, os sites noticiosos evoluíram bastante e passaram a explorar de forma mais criativa os recursos da World Wide Web. As publicações digitais hoje vão além da simples cópia do conteúdo de suas versões impressas e disponibilizam informações e dados complementares que ficaram de fora da edição em papel, além de matérias exclusivas para a Web com links para outros sites, áudio, vídeos e outros elementos de multimídia. Além disso, o leitor tem acesso as edições passadas, fóruns de discussão e bate-papo em tempo real, notícias atualizadas a todo instante e uma série de outros serviços, só possíveis graças ao suporte digital.
Leia mais...
O futuro do jornalismo na era digital
Vivemos hoje no que podemos chamar de Era digital, no qual milhões de pessoas utilizam a internet como meio de produção e absolvição de conteúdo. A todo o momento surgem novas formas de tecnologia. Isso não quer dizer que essas novas formas substituem as antigas. O que acontece é uma adaptação dos meios antigos aos novos meios de comunicação.A facilidade que a internet proporciona aos usuários é tanta que meios de comunicação consagrados anteriormente, como é o caso da televisão, tem perdido espaço no cotidiano das pessoas. Por isso a importância da convergência das mídias, que faz com que televisão, rádio e impresso estejam em um único lugar: na internet.
E não é diferente com o jornalismo. Hoje, as mais importantes empresas jornalísticas do mundo possuem Web sites com versões digitais de seus principais produtos editoriais.
O jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias.
Outro recurso bastante utilizado no chamado jornalismo online são os blogs. Que atuam hoje como forma de extensão da matéria produzida por jornalistas consagrados ou não. Em seus diários virtuais, comunicólogos fazem criticas, elogios e expõe suas opiniões a respeito de fatos ocorridos no mundo. A vantagem desse recurso é liberdade que os veículos de comunicação não dão a eles.
Desde o surgimento da internet, os sites noticiosos evoluíram bastante e passaram a explorar de forma mais criativa os recursos da World Wide Web. As publicações digitais hoje vão além da simples cópia do conteúdo de suas versões impressas e disponibilizam informações e dados complementares que ficaram de fora da edição em papel, além de matérias exclusivas para a Web com links para outros sites, áudio, vídeos e outros elementos de multimídia. Além disso, o leitor tem acesso as edições passadas, fóruns de discussão e bate-papo em tempo real, notícias atualizadas a todo instante e uma série de outros serviços, só possíveis graças ao suporte digital.
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O futuro do jornalismo na era digital
Atividade complementar AV2 – Comunidades virtuais como ferramentas de produção e divulgação de conteúdos
Por Michelly CristinaA internet se tornou hoje a forma mais rápida de divulgação de conteúdos e promoção de pessoas. Através de comunidades virtuais e sites de relacionamentos é possível tornar seu produto conhecido e ate mesmo se tornar celebridade. Como é o caso da apresentadora Marimoon, que através de um fotolog ficou famosa e hoje é vj da MTV.
Outra pessoa que ficou famosa inicialmente na rede e depois fora dela é Bruna Surfistinha. Uma garota de programa que ganhou milhares de acessos ao criar um blog onde narrava sua vida e o que fazia com seus clientes. O blog logo atraiu a atenção dos internautas, atingindo cerca de dez mil visitas mensais ao site. Em pouco tempo atraiu também a atenção da imprensa, fazendo com que a moça se tornasse celebridade.
Além da promoção da transformação de pessoas comuns a celebridades instantâneas, algumas formas populares de comunicação pela internet como o msn, Orkut, Twitter, facebook, surgem como ferramentas importantes para a promoção de produtos e conteúdos.
O site de comunidades Orkut passou a ser, talvez, a mais importante ferramenta para comunicação entre pessoas e relacionamento em um modo geral. Nele, você pode criar a sua comunidade e interagir com outras pessoas com o mesmo interesse. Hoje, já existem diversas pessoas e empresas, presentes no site de relacionamentos com objetivo de promover suas marcas e produtos.
Algumas empresas hoje, antes de contratar alguém, faz uso do site para visualizar o profile do candidato, já que ali é comum as pessoas revelarem seus verdadeiros gostos, costumes e manias.
O mesmo pode ocorrer com outros meios midiáticos como blogs, chats, fóruns, e msn. Além de serem meios valiosos pela quantidade de pessoas que utilizam para divulgar marcas, sites ou produtos, ainda são gratuitos. Normalmente, a intenção dos usuários em utilizar os recursos interativos disponibilizados pela rede é reunir pessoas em torno de temas para discutir e enriquecer o conhecimento, além de ampliar os círculos de amizade. Essa união de pessoas em torno de um tema e a comunicação entre os membros é que acaba promovendo uma empresa, um produto ou uma marca. E todos acabam se tornando clientes potenciais.
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